Clique aqui e encontre um template com a sua cara - Temas para Blogs, Orkut e Facebook»

13 de dez. de 2009

Capítulo 8 — A Viagem!

O final de semana havia chegado, combinamos de pegar Sofia às 09:00 hrs. Colocamos nossa bagagem no porta-malas e fomos até a casa de Sofia.
Sai do meu carro, e toquei a campainha de sua casa.
— Tchau mãe! Mande um beijão para o Allan! —, Sofia corria depressa.
— Sofia essa é minha mãe Margareth! Está pronta?
— Olá Margareth, prazer em conhecê-la, claro que sim, você foi um amor em ter tocado a campainha, não precisava, duas buzinadas já bastavam.
— Eu sei, mas eu acho mais romântico sair do carro e esperar a namorada, isso demonstra que estou ansioso para te ver.
— Ele não é meigo? —, comentava Sofia com minha mãe.
— Puxou ao pai! —, minha mãe deu um leve sorriso.
Sofia sentou-se do meu lado e então fomos dirigindo para a praia.
Decidi escolher a Imigrantes, pois além de ser mais simples, economizaríamos um maior tempo.
As duas conversaram o tempo inteiro na viagem sobre coisas femininas, como depilação, roupas em liquidação, e etc.
Chegamos na praia por volta das 11:00 hrs. O terreno da casa era grande, tinha um portão de madeira, um vasto corredor para a garagem.
— A casa é do meu pai, Sofia, ele é meio neurótico com essa questão de segurança. —, explicava minha mãe.
Fui abrindo as portas, confesso que apanhei, pois meu avô colocava algumas talas de madeira e alguns parafusos nas portas e se não fizesse o procedimento certo, ficaríamos presos pelo lado de fora. Depois de algum tempo consegui abrir a casa inteira.
A primeira coisa que fiz após ter aberto toda a casa, foi correr para os braços de Sofia, e lhe tascar um beijão.
— Olha amor, já vou avisando, a praia aqui não tem a água azulzinha, e tem até sujeira, sei que você merece coisa melhor do que isso, da próxima vez quero levá-la a praias com águas mais limpas.
— Tudo bem! Não precisa se preocupar com isso relaxa!
Me troquei, queria estar na praia antes do almoço, coloquei uma camiseta regata e um shorts. Deixei para o banheiro para que Sofia pudesse se trocar. Ela abriu a porta e meus olhos não acreditavam, ela estava linda, muito gata com um biquíni simples e rosa, além de realçar suas curvas. Sofia não é a garota mais encorpada que já vi, mas ainda assim me deixava maluquinho.
— Nossa, você está parecendo uma deusa, assim eu fico maluco! —, enquanto me aproximava para beijá-la.
— Pára! Eu tenho vergonha, sou magrinha!
— Magrinha, não! Enxuta, e para fim você está gostosa!Estou vendo que vou ter de te vigiar hoje na praia!
— Ciumento! —, dizia ela enquanto retribuía meu beijo.
Fomos a praia somente nós dois, minha mãe ficou para fazer o almoço.
— De noite vamos até o centrinho, lá tem um espaço que vendo bastante coisa artesanal.
— Tudo bem, se você indica, eu confio! —, dizia ela piscando para mim.
Uma caminhada depois chegamos até a praia, já ofereci a ela comida, mas ela disse que preferia reservar o estomago para o almoço. Achamos um lugar bem macio e fofo aonde a areia estava mais clara, abri o filtro solar e comecei a passar em seu corpo. Minhas mãos eram como se fossem um carro de corrida passeando sobre um autódromo, cheio de curvas, me deleitei com aquele momento.

— Que gostoso fez até um pouco de massagem, agora é minha vez! —, ela levantou-se rapidamente e começou a tirar a minha camiseta.
— Nossa, que corpão hein! Vou passar filtro solar com todo o prazer! —, estava impressionada com as formas em quem meu corpo adquiria.
Ela acariciava meu tronco com a ponta dos dedos bem suavemente, fazendo com que ficasse arrepiado.
Caminhamos na beira da praia e então ela me perguntou sobre meu pai.

— E seu pai? Ele está trabalhando?
— Meu pai morreu, já faz 5 anos! —, disse cabisbaixo.
— Me desculpe, não sabia.
— Tudo bem, ele foi um bom homem. Aprendi muito com ele.
— O quê, por exemplo?
— Sou uma pessoa que não tem ídolos talvez por saber que no fundo eles são pessoas normais que tem seus problemas normais, mas infelizmente suas vidas não são normais, e muitos optam por um caminho não tão íntegro. Já eu, prefiro ídolos que sejam “reais” e não pessoas famosas. E meu pai é um deles. Um cara que veio de baixo, e que conseguiu subir na vida, e, além disso, ajudava sempre que possível os familiares. Além disso, ele me inspirou a questionar as coisas, como ele mesmo dizia “Eu acredito no trabalho duro e em mim mesmo”, já eu não sigo essa filosofia, acho que porque não comecei a trabalhar cedo como ele. Um exemplo mais da minha idade é um amigo meu que os pais morreram cedo, e sua guarda ficou com os avós, ele tem uma irmãzinha para cuidar, é ele que tem que trabalhar para o sustento da família.
Essas histórias de dedicação são exemplos de vida e exemplos a serem seguidos.
— Muito comovente! Que bom que você pensa assim!
Ficamos quietos por algum tempo olhando o horizonte do mar.
Dei uma rasteira nela, e logo agachei para não deixar seu cabelo se misturar com a areia. Deitei-me na areia e a puxei para meu corpo, começamos a nos beijar apaixonadamente, adorava cada toque, sentir seu cheiro, ouvir sua respiração ficando cada vez mais ofegante, a voracidade com que seus lábios sobrepujavam os meus, a forma com que nossas línguas se entrelaçavam, era algo mágico, maravilhoso, erótico.
Fomos até um quiosque e comemos uma porção de fritas, ela não gostava de camarão, não suportava ver os olhinhos do bicho encarando ela.
Conversamos sobre séries, ela também assistia “The Big Bang Theory”, falamos sobre nossos episódios favoritos, o meu foi quando a Penny havia se tornado uma nerd. Comentei com ela que os criadores eram da mesma série do “Two & A Half Man”, ela dizia que preferia o Big Bang, achava essa série machista demais, pois na visão dela todos os episódios sempre tinham belas mulheres, sempre iam para a cama com Charlie, além da mãe deles ser uma viciada por sexo.
Foram esses e outros assuntos, que por mais peculiares que fossem só faziam aguçar meu interesse nela, em saber sobre seus medos, seus sonhos.
O sol já estava começando a ficar quente, achamos melhor voltarmos para casa. O almoço já estava na mesa, depois de almoçarmos montei a rede e dormimos abraçados.
Quando acordei, o sol já estava se pondo, então a levei ao centro como havia prometido. Passamos na feira de artesanato, fomos uma a uma, deixei Sofia olhar cuidadosamente cada item, com meus braços envolvendo sua cintura. Ela comprou presentes para todos de sua família, após isso, fomos até a praça aonde as pessoas dançavam livremente pelo lugar. Fiz como se fosse um cavalheiro, peguei em sua mão e a convidei para a dança.
— Ficou doido? Eu tenho vergonha! —, dizia ela, afastando suas mãos da minha.
— Relaxa! Eu te conduzo pode deixar! —, insistia enquanto dava alguns beijinhos estalados nela.
— Esta bem! Mas não vai reclamar depois se eu pisar no seu pé!
Mostrei para elas alguns passos antes de começarmos a dançar, esperamos a próxima musica. No começo ela estava se atrapalhando um pouco, mas depois conseguiu executar os passos com perfeição.
— Obrigada cavalheiro! Você dança muito bem! —, dizia sorridente.
— É nada, você que é uma belíssima aluna!
Comemos alguma coisa e voltamos para casa. Como estava ficando tarde fomos dormir.
Minha mãe dormiu sozinha em uma cama de solteira, e em um quarto separado, enquanto eu e Sofia dormimos juntos em uma cama de casal.
Nos deitamos de lado um de frente para o outro.
Diante daquela situação, era inevitável que o assunto ficasse de fora.

— E então eu vou ser qual numero da sua lista? —, ela me questionava, olhando bem em meus olhos enquanto acariciava minha face.
— Você será a primeira! E eu, vou ser qual?
— Você é virgem? Não brinca? —, Sofia ficou com uma cara de espanto.
— Pensei que você já estava acostumado?
— Fiquei com varias garotas, mas acredito que a virgindade também é algo especial para o homem a primeira vez tem que ser com alguém que ele ame de verdade, e antes de te conhecer eu não encontrei ninguém que mexesse comigo desse jeito.
— Mas não mude de assunto, e eu sou qual numero?
— O segundo! —, disse ela olhando para mim, tentando decifrar minhas emoções.
— É uma pena! Mas pelo menos você já é experiente vai saber o que fazer caso eu faça algo de errado.
— Tadinho! Vem cá, mas agora é você que esta comigo. —, ela deitou-se de barriga para cima enquanto eu a abraçava em volta recostando minha cabeça em seu peito.
— Eu te amo! Sei que ainda não fiz muita coisa para merecer, mas você praticamente mudou minha vida para melhor. —, olhava em seus olhos enquanto dizia tais coisas.
— Eu também te amo, meu lindo! Estou amando essa sua mudança, e cada momento com você é perfeito! Boa noite!
— Boa noite!

Fui dormir com a sensação de ser o homem mais feliz do mundo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário